segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Terapia em Grupo

Conheça os benefícios da terapia em grupo. A técnica ajuda a superar problemas através do contato com o outro. 
A terapia em grupo é uma prática terapêutica que apresenta bons resultados e tem ajudado muitas pessoas a superar problemas. Ela é feita em grupos de no mínimo três pessoas que se encontram semanalmente por aproximadamente 1 hora e 30 minutos para trocar experiências, compartilhar dores e sofrimentos e procurar apoio em momentos difíceis, com o auxílio do profissional psicólogo.
O principal motivo que faz com que as pessoas não procurem essa forma de terapia é a vergonha ou a dificuldade de expor seus problemas para outras pessoas. Esse receio é totalmente compreensível, mas na prática não tem fundamento, pois todos que participam do grupo estão dispostos a ouvir e apoiar e não para julgar, ridicularizar ou menosprezar os outros participantes. O profissional que conduz o grupo também está lá para apoiar todos os presentes e auxiliá-los com suas questões. Cabe a ele não permitir que pessoas mal intencionadas ou com dificuldade para respeitar o outro participem do grupo.
Superando a desconfiança, timidez e incredulidade é hora de aproveitar os benefícios da terapia em grupo, que são muitos. O principal deles é estar em contato com pessoas que estão passando por situações parecidas com as suas. Através da troca, todos começam a se sentir mais fortes para enfrentar o problema e passam a vê-lo de uma forma diferente. 

Outros benefícios importantes também podem ser obtidos através da terapia em grupo:
Contato Interpessoal:
A oportunidade de conhecer e estar em contato com novas pessoas, principalmente pessoas que podem ter algo em comum com você.
Ter a certeza de que está sendo ouvido e compreendido:
Atualmente, muitas pessoas têm reclamado da dificuldade em poder ser ouvido e compreendido por alguém, encontrar alguma pessoa em que se possa confiar totalmente e principalmente, não ter suas ideias, pensamentos e problemas julgados e questionados. Certamente na terapia em grupo você não ouvirá as famosas frases: "Se eu fosse você", "No seu lugar" e "Você devia fazer como eu faço".
Sentir que existem pessoas que se importam com você e com a sua dificuldade:
Ao interagir e trocar experiências com pessoas que estão vivendo situações iguais ou semelhantes às suas, as pessoas ficam mais próximas e preocupadas umas com as outras.
Ter um custo menor:
Cada sessão de terapia em grupo geralmente tem o valor mais baixo que a terapia individual, o que torna a terapia acessível a um maior número de pessoas.
Os grupos podem ser livres ou temáticos:
Nos grupos livres, as questões, problemas e interesses variam de pessoa para pessoa. Nos grupos temáticos, as questões são específicas como, por exemplo, obesidade, álcool, drogas, depressão, terceira idade, gravidez, luto e etc..
Caso você ou alguma pessoa conhecida esteja com dificuldade para encontrar apoio ou solucionar alguma questão, considere a terapia em grupo como opção. Saiba que existem grupos de pessoas coordenados por profissionais capacitados que estão dispostos e têm condições de te ajudar.
Fonte: minhavida.com.br

Postado por: Dra. Ana Cláudia Foelkel Simões
Psicóloga Clínica - (11) 97273-3448 

terça-feira, 1 de agosto de 2017

TOC - Tratado pela Psicoterapia e Acupuntura

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), é um diagnóstico psiquiátrico ocidental que se refere a pacientes que sofrem de obsessões e/ou compulsões recorrentes que consomem tempo (tomam mais de 1 hora por dia) ou causam sofrimento marcado ou dano significativo.

Em determinado momento do curso do distúrbio, a pessoa reconhece que as obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais.

As obsessões são ideias, pensamentos, impulsos ou imagens persistentes que são sentidas como inoportunas e inapropriadas. A pessoa é capaz de reconhecer que sua própria mente produz isso, não é algo imposto.

As obsessões mais comuns são pensamentos repetidos sobre contaminação (p. ex., ideia de ficar contaminado por dar um aperto de mãos), dúvidas repetidas (p. ex., ficar na dúvida se deixou a porta da casa aberta ou não), necessidade de colocar as coisas numa determinada ordem (p. ex., intenso sofrimento quando os objetos estão desordenados), impulsos agressivos ou horríveis (p. ex., ferir o próprio filho) e fantasias sexuais (p. ex., imaginações pornográficas recorrentes).

A pessoa com obsessão geralmente tenta ignorar ou suprimir seus pensamentos e impulsos ou neutralizá-los com outros pensamentos ou ações (ou seja, com compulsões).

As compulsões são comportamentos repetitivos (p. ex., higienização das mãos, arrumação, verificação) ou atos mentais (p. ex., preces, contagem, repetição de palavras silenciosamente) para evitar ou reduzir a ansiedade ou o sofrimento, não para proporcionar prazer ou satisfação, é algo que traz sofrimento.

Na maioria dos casos, a pessoa se sente induzida a executar a compulsão para reduzir o sofrimento que acompanha a obsessão ou para evitar algum acontecimento ou situação temível. Em casos graves, esta desordem afeta a capacidade da pessoa para realizar as atividades cotidianas.

O transtorno muitas vezes tem um grande impacto sobre a qualidade de vida do paciente e da sua família. Além disso, a autoconsciência da irracionalidade do distúrbio pode ser penosa. Para pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo grave, a realização dos atos compulsivos pode tomar várias horas por dia.

Pesquisas recentes sugerem que o TOC possa estar relacionado com distúrbios da função dos núcleos da base cerebral, especialmente com seus receptores de uma substância normal do cérebro chamada serotonina. Parece que quando se bloqueia o fluxo adequado de serotonina, o "sistema de alarme" do cérebro reage de forma exagerada. Desencadeiam-se mensagens de perigo incorretamente e, em vez do cérebro filtrar os pensamentos desnecessários, insiste neles e a pessoa experimenta medos e dúvidas irreais repetidamente.

O transtorno obsessivo-compulsivo responde muito bem ao tratamento de acupuntura associado a psicoterapia comportamental. A acupuntura pode promover equilíbrio e melhora significativa. E a psicoterapia, o paciente aprende ter maior controle sobre os pensamentos, também de maneira equilibrada e saudável.

Na acupuntura, é obrigatório o diagnóstico adequado mediante o pulso e a língua antes de se decidir a linha de tratamento e a seleção dos pontos.

Igualmente, deve-se levar em consideração outras informações fornecidas pela aplicação dos quatro métodos diagnósticos da Medicina Tradicional Chinesa, como por exemplo, o habitat e o estilo de vida dos pacientes, relacionado com o excesso de atividade sexual e de trabalho, a alimentação inadequada, etc.
O tratamento deve se basear na análise apropriada das manifestações individuais, já que cada paciente é diferente e, portanto, também o tratamento é individualizado.

A aplicação de calor (moxa) no ponto E 36 pode agravar os sintomas. Nos pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo parece haver excesso de calor em certos meridianos, o qual deve ser controlado mediante o fortalecimento de outros canais deficientes.

Por exemplo, a deficiência de yin do Rim pode impedir o controle do fogo do Coração e/ou a nutrição do yin do Fígado. Neste último caso, o Fígado ficaria impedido de nutrir o yin do Coração. O resultado seria uma hiperatividade do fogo do Coração com manifestações consequentes, tais como obsessões, compulsões, palpitação, ansiedade, insônia, nervosismo, temores, sustos, diminuição da memória e respiração curta, entre outras.

Com ajuda da acupuntura no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo, pode-se manter o equilíbrio psicológico com resultados duradouros.

Lembrando, que um tratamento não exclui o outro, mas sim complementa. Portanto, a psicoterapia associada à acupuntura, conseguimos um resultado excelente e efetivo.

Fonte: acupuntura-mtc.com

Postado por: Dra. Ana Cláudia Foelkel Simões
Psicóloga e Terapeuta (11) 97273-3448 

terça-feira, 4 de julho de 2017

Casais Felizes...Parte 1

A Felicidade:

Primeiro, vamos tentar definir a felicidade. Escreva em um caderno, da forma mais espontânea possível, a sua definição da felicidade:

Veja a seguir dez definições de felicidade apresentadas por diferentes pensadores. Avalie de 1 a 10 as que mais tenham a ver com a sua concepção de felicidade, dando nota 1 à sua definição preferida.

.......... "Felicidade é desfrutar daquilo que você possui." Milton Erickson, psicólogo americano.
.......... "Amar e trabalhar." Sigmund Freud, pai da psicanálise e neurologista austríaco.
.......... "Um bem-estar mental permanente." Martin Seligman, psicólogo americano.
.......... "A felicidade nem sempre é confortável." Thomas d'Ansembourg, escritor belga.
.......... “É impossível ser feliz sem ser sábio.” Epicuro, filósofo grego.
.......... “Um sentimento de alegria ativa.” Baruch de Espinoza, filósofo holandês.
.......... “Felicidade é a satisfação de todas as nossas inclinações.” Emmanuel Kant, filósofo alemão.
.......... “Uma aprovação incondicional da existência. “ Clément Rosset, filósofo francês.
.......... “Fazer o que você quer e querer o que você faz.” Françoise Giroud, jornalista suíça.
.......... “Não há nenhum caminho para a felicidade; a felicidade é o caminho.” Lao Tsé, sábio chinês.


A partir da sua definição inicial e das definições dos pensadores, como vocês redefiniria agora a sua concepção de felicidade? ..............................................

Sejamos ainda mais exatos. Se, dentre todas as definições e concepções de felicidade citadas, você só pudesse escolher uma palavra, um único sinônimo de felicidade, qual seria? ...................................................................................

Mas, afinal, o que é felicidade? Será que é “um estado duradouro de plenitude e satisfação, um estado agradável e equilibrado da mente e do corpo, no qual estão ausentes sofrimento, estresse, preocupação e problemas” (Wikipédia)? Será que este estado pode ser permanente? E como alcançá-lo?

Para encontrar a felicidade, primeiro é preciso fazer os esforços necessários. A felicidade seria, assim, o resultado de uma construção e o acúmulo de inúmeras pequenas vitórias. Embora se diga por aí que a felicidade não é o objetivo da viagem, mas sim uma forma de viajar, pesquisas parecem demonstrar que é possível aprender a ser feliz do mesmo jeito que se aprende a ler ou cozinhar. Portanto, a felicidade seria, ao mesmo tempo, uma forma de viajar e o objetivo da viagem.

O Cérebro:

 A infelicidade e os sofrimentos psíquicos sempre foram mais estudados do que a felicidade e a saúde.
Há pouco tempo, graças à tecnologia moderna, somos capazes de observar o cérebro em atividade diretamente. Assim, sabemos líder melhor como os pensamentos se efetuam e como as emoções se desenvolvem. Sabemos, por exemplo, como a alegria se manifesta em nossos neurônios quando pensamos na pessoa amada e qual é a bioquímica da alegria provocada pela imagem da pessoa amada.
Existem regiões específicas do cérebro que produzem felicidade. Assim como podemos estimular o centro da linguagem para aprendermos a falar, também podemos aprender a estimular os “centros da felicidade”.
O cérebro continua se construindo durante a vida inteira, e podemos influenciar esta construção através de aprendizagens adequadas. Se expressas a sua raiva, você se tornará cada vez mais nervoso e irritável, pois sensibilizará os neurônios da raiva. Se relembrar todas as suas más lembranças, posso lhe garantir que você estimulará a produção de “hormônios tristes” e acabará virando um profeta do infortúnio.
Porém, o que vale para as emoções desagradáveis (raiva, medo, tristeza, culpa) também vale para as emoções agradáveis. Se você rir e sorrir, ficará mais alegre. Se exprimir o seu entusiasmo, você se tornará cada vez mais otimista. Se disser ao seu parceiro ou à sua parceira que você o(a) ama, não somente você o(a) amará mais, como ele(a) também se tornará cada vez mais amável.

A Terapia da Felicidade:

A escolha é sua: você pode aprender a ser feliz ou infeliz, decidindo expressar emoções felizes ou infelizes. Aprender a conter seus maus humores é uma excelente forma de cuidar do seu corpo. A expressão de sentimentos agradáveis fortalece o sistema imunológico, combate o estresse e reduz risco de problemas cardíacos.
Existem provas disto: pessoas felizes são mais criativas, amorosas e amáveis. Elas enfrentam com mais facilidade as inevitáveis adversidades da vida e resolvem problemas de forma melhor e mais rápida, pois, como diz Thomas d’Ansembourg: “A felicidade nem sempre é confortável”.
Os pensamentos e as sensações são dois lados de uma mesma moeda. Sentimentos positivos estimulam as conexões nervosas do cérebro e favorecem a alegria, o amor e a gentileza. Casais que dizem frequentemente “eu te amo” um ao outro são mais felizes do que os que expressam mais suas frustrações.

“A infelicidade destrói, a felicidade constrói”.

Fonte: Yvon Dallaire

Postado por: Dra. Ana Cláudia Foelkel Simões
Psicóloga Clínica

(11) 97273-3448

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Casais Felizes...existem!!!

Apesar das dificuldades da vida a dois, o fato de formar um casal ainda hoje representa o melhor estilo de vida e a maior garantia de felicidade. Certos casais são felizes durante a época da sedução e da lua de mel, ou seja, de alguns meses a dois ou três anos; já outros sabem permanecer felizes a mais longo prazo.

Por que certos casais são bem-sucedidos em aspectos nos quais a maioria fracassa?

Psicólogos já observaram, escutaram e analisaram tais casais, descobrindo que eles manifestavam determinadas atitudes e aptidões que faziam falta aos casais infelizes. Os especialistas também já constataram que casais felizes evitam as armadilhas nas quais se veem encurralados casais que acabam se divorciando ou se resignando e se suportando durante décadas.

"Ficar apaixonado" ou "se enamorar" é relativamente fácil. Construir um casal que seja capaz de perdurar, sobreviver à diminuição da paixão, lidar com as múltiplas fontes de conflitos impossíveis de resolver e atravessar os inevitáveis momentos críticos da vida a dois exige muito mais do que sorte.

Para conseguir isso, é preciso bastante amor, boa comunicação e determinação.

O que mais lhes falta são conhecimentos sobre as diferenças existentes entre os homens e as mulheres, bem como sobre as dinâmicas conjugais inerentes à vida de um casal. Também faltam esforços para colocar estes conhecimentos em prática e substituir as estratégias destrutivas de casais infelizes pelas estratégias bem-sucedidas de casais felizes.

Começo aqui, juntamente com Yvon Dallaire, uma criativa e divertida dinâmica para os casais mudarem o foco do seu relacionamento conturbado, para totalmente estável e feliz.

Toda semana o blog apresentará um exercício para auxiliar o casal.

Vocês estão prontos para serem felizes?

Fonte: Yvon Dallaire

Postado por: Dra. Ana Cláudia Foelkel Simões
Psicóloga Clínica
(11) 97273-3448

quarta-feira, 24 de maio de 2017

O Grande Ponto! Medicina Alternativa com a Dra. Ana Simões

Falando um pouquinho sobre o termo popularmente conhecido: Medicina Alternativa, aplicado tecnicamente às práticas integrativas e complementares, como MTC - Medicina Tradicional Chinesa, sendo acupuntura, fitoterapia, auriculoterapia, reiki, florais entre outras práticas, que trazem qualidade de vida.




fonte: www.tvloocal.com.br


sábado, 15 de abril de 2017

Síndrome de Asperger

A síndrome de Asperger, está associado ao transtorno do desenvolvimento que compreendem o espectro do autismo, afeta a habilidade da pessoa de se comunicar e socializar. Pessoas com a síndrome de Asperger tipicamente têm QIs altos e podem ter bastante sucesso na vida, mas sentem dificuldades com situações sociais e têm habilidades de comunicação não verbal limitadas. Os sintomas de Asperger são compartilhados por pessoas com uma variedade de outros transtornos, então pode ser difícil diagnosticá-las. Aprenda mais sobre os sintomas, como obter um diagnóstico e o que fazer depois.



Reconhecendo os sinais

1 - Procure habilidades de comunicação não verbal incomuns. Começando na infância, pessoas com Asperger exibem diferenças marcadas na forma como se comunicam. Essas diferenças são os sintomas mais perceptíveis da síndrome, principalmente durante a infância, antes que elas aprendam instrumentos que podem usar para se comunicar mais eficientemente.
-Procure pelas seguintes diferenças no estilo de comunicação:
-Uma tendência a evitar contato visual
-Uso limitado de variações de expressões faciais
-Uso limitado de linguagem corporal expressiva, como gestos com as mãos e com a cabeça.

2 - Observe sinais de mutismo seletivo. Mutismo seletivo é quando alguém fala apenas com quem eles se sentem confortáveis e ficam em silêncio perto de qualquer outra pessoa. Isso é comum entre crianças com Asperger. Elas podem conversar abertamente com seus pais e irmãos, mas ficam em silêncio na escola e perto de pessoas que elas não conhecem bem. Em muitos casos, mutismo seletivo pode ser superado mais adiante na vida.
Algumas vezes, algumas pessoas acham difícil ou impossível falar durante uma sobrecarga sensorial, uma crise ou em outras circunstâncias. O sintoma pode não estar necessariamente atrelado ao mutismo seletivo; porém, também é um sintoma da Síndrome de Asperger.

3 - Determine se a pessoa tem problemas em identificar características sociais dos outros. Pessoas com Asperger têm dificuldades em imaginar como os outros se sentem e dificuldade em identificar pistas não-verbais. Com frequência, elas não entendem dicas, principalmente dicas não verbais, como expressões faciais, que as pessoas usam para mostrar que estão tristes, com raiva, com medo ou com dor. Aqui estão alguns exemplos de comportamentos que você pode perceber:
-A pessoa pode não reconhecer quando ela disser algo que machuque alguém ou quando ela deixa alguém desconfortável em uma conversa.
-A pessoa pode ficar muito agressiva, sem perceber que um empurrão bruto ou outro contato físico pode ser doloroso.
-A pessoa pode perguntar constantemente sobre os sentimentos do outro (ex.: "Você está triste?", "Tem certeza de que está cansado?") porque não sabe como o interlocutor se sente. Se a outra pessoa responder de forma desonesta, ela pode ficar confusa e buscar uma resposta honesta em vez de deixar pra lá.
-A pessoa agirá com surpresa, tristeza e pesar quando ouvir que suas ações foram inapropriadas. Parece que ela não tinha ideia de que eram inapropriadas. Ela pode se sentir pior do que a pessoa que recebeu a agressão inicial.

4 - Perceba conversas unilaterais. Como as pessoas com Asperger têm dificuldade em demonstrar empatia, o estilo de conversa delas pode acabar sendo unilateral, em vez de ter um ritmo de vai-e-vem de uma conversa entre duas pessoas sem Asperger. Uma pessoa com Asperger pode não perceber os sinais de que a pessoa com quem ela está conversando tem algo a dizer, ou está entediada na conversa. Elas também podem insistir em uma conversa que as interessa sem se preocupar se a outra pessoa quer conversar sobre isso.
Algumas pessoas com Asperger compreendem que monopolizam as conversas de vez em quando, sentindo medo de conversar sobre seus interesses. Se alguém hesitar para conversar sobre seu assunto predileto e parecer esperar que o outro fique chateado ou incomodado, ele pode estar tentando suprimir tal impulso por temer as repercussões sociais.

5 - Veja se a pessoa tem paixões intensas. Muitas pessoas com Asperger têm um interesse especial, quase obsessivo, em poucos assuntos. Por exemplo, se uma criança com Asperger tiver interesse em basquete, ela pode memorizar o nome de todos os jogadores de cada time principal. Outros podem amar escrever romances e redigir conselhos desde a juventude. Outra pessoa pode ser fascinada por inseto, e memorizar os nomes em latim de todas as espécies de insetos de determinado lugar. Mais tarde, esses interesses fores podem se desenvolver em carreiras bem sucedidas em áreas bem especializadas.

6 - Veja se a pessoa tem dificuldades para fazer amigos. Tanto crianças como adultos com Asperger podem ter dificuldade em fazer amigos, já que elas têm dificuldades em se comunicar eficientemente. Muitas pessoas com Asperger querem fazer amizades, mas elas não têm habilidades sociais para fazer isso. A falta de contato visual e de empatia pode ser mal interpretada como grosseria ou como ser antissocial, quando na verdade elas gostariam de conhecer melhor as pessoas.
Algumas pessoas com Asperger, especialmente crianças, podem não demonstrar um interesse por interagir com outros. A característica normalmente muda com a idade, e a pessoa acaba desenvolvendo o desejo de participar de um grupo.
Pessoas com Asperger podem acabar com apenas alguns amigos próximos que realmente as entendem, ou elas podem se cercar de conhecidos com quem elas não se conectam em um nível mais profundo.
Pessoas com autismo costumam sofrer bullying, e confiar em sujeitos que se aproveitam delas.

7 - Perceba a coordenação física da pessoa. Pessoas com Asperger com frequência não têm habilidades de coordenação, e podem ser um pouco desastradas. Elas podem se bater nas paredes e nos móveis com frequência. Elas podem não se sobressair em atividades físicas pesadas ou esportes.

Confirmando o Diagnóstico

1 - Leia sobre a síndrome de Asperger para tomar decisões melhor. Essa síndrome foi apenas recentemente classificada de maneira oficial como um transtorno específico do autismo e outros transtornos do espectro do autismo. Médicos e psicólogos pesquisadores ainda estão no processo de aprendizagem sobre como diagnosticar corretamente o transtorno, assim como a forma adequada de tratá-lo. Você provavelmente verá médicos e terapeutas diferentes tomarem abordagens diferentes para o tratamento, e elas podem ser muito confusas. Ler sobre o seu próprio transtorno ajudará a entender melhor as abordagens variadas e a tomar decisões sobre quais são as melhores para você ou para o membro da sua família.
Organizações como a Sociedade Nacional de Autismo publicam informações atualizadas sobre o diagnosticar, tratar e viver com a síndrome de Asperger.
Ler um livro escrito por alguém com Asperger sobre a experiência é uma boa forma de entender melhor o transtorno.

2 - Mantenha um diário dos sintomas que você observar. Todo mundo exibe uma estranheza social e alguns dos outros sintomas de Asperger de vez em quando, mas se mantiver um diário e anotar cada exemplo, você começará a perceber padrões. Preste atenção especial ao comportamento da pessoa quando ela estiver interagindo com outras pessoas na escola ou brincando com os amigos ou irmãos. Se a pessoa realmente tiver Asperger, você provavelmente verá os mesmos sintomas acontecendo de novo e de novo, não apenas uma ou duas vezes.
Escreva descrições detalhadas do que você observar. Dessa forma, você conseguirá dar a médicos ou terapeutas em potencial o máximo de informação possível para ajudar a obter um diagnóstico correto.
Tenha em mente que muitos sintomas de Asperger são compartilhados por outros transtornos, como Transtorno Obsessivo Compulsivo ou Transtorno de Déficit de Atenção. Embora você possa ter certeza que a pessoa tem Asperger, é importante estar aberto à possibilidade de ser alguma outra coisa para que elas possam receber o tipo certo de tratamento.

3 - Faça um teste online. Há vários testes online feitos para determinar se uma pessoa pode ter Asperger. A pessoa que fizer o teste responde uma série de perguntas relacionadas às suas atividades sociais, formas preferidas de passar o tempo e pontos fortes ou fraquezas para ver se os sintomas comuns de Asperger parecem estar presentes.
Os resultados de um teste online para a síndrome de Asperger não são, de forma alguma, o mesmo que um diagnóstico. É apenas uma forma de determinar se mais exames serão necessários. Se o teste revelar uma tendência em relação a um comportamento de Asperger, você pode querer marcar uma consulta com um médico da família para descobrir mais.

4 - Obtenha a opinião do médico da sua família. Depois de ter feito um teste online e estar razoavelmente certo de que pode haver um problema, comece marcando uma consulta com um médico geral. Leve o seu diário de sintomas e compartilhe as suas preocupações. O médico provavelmente fará uma série de perguntas e pedirá que você fale coisas específicas. Se o médico concordar que pode haver a presença da síndrome de Asperger ou outro transtorno de desenvolvimento, peça uma recomendação de um especialista.
Ter essa primeira conversa com um profissional pode ser uma experiência intensa. Até então, você pode ter mantido suas preocupações em particular. Compartilhá-las com um médico pode mudar tudo. Mas se a pessoa com quem você estiver preocupada for você ou seu filho, você está fazendo a coisa certa em agir, em vez de ignorar o que você observou.

5 - Veja um especialista para uma avaliação completa. Antes da consulta, faça uma pesquisa para procurar um psiquiatra ou psicólogo que lhe recomendaram. Certifique-se de que a pessoa é especializada em trabalhar com pessoas no espectro do autismo. A consulta provavelmente consistirá em uma entrevista e um teste com perguntas semelhantes as dos testes online. Quando o diagnóstico for dado, o especialista lhe dará recomendações sobre como proceder.
Durante sua reunião com o médico, não tenha medo de fazer várias perguntas sobre a experiência da pessoa e sobre o diagnóstico e abordagem de tratamento.
Se você não estiver completamente confiante de que o diagnóstico está correto, busque uma segunda opinião.

Dando os próximos passos

1 - Trabalhe com uma equipe de profissionais em quem você confia. Lidar com essa síndrome requer uma abordagem várias especialidades. É importante obter ajuda de fora de profissionais experientes e compassivos. Primeiro, encontre um psicólogo ou terapeuta com quem você se conecta e confia – alguém que você gostaria de ter na sua vida por anos, para trabalhar nos desafios que a síndrome traz.
Se algo parecer errado ou desconfortável depois de algumas sessões de terapia, não hesite em encontrar outra pessoa que seja melhor para você ou seu filho. Confiança é um elemento importante ao tratar Asperger.
Além de encontrar um terapeuta confiável, você pode querer a visão de educadores especializados, nutricionistas e outros profissionais que podem ajudar a navegar pelas necessidades especiais do seu filho.
Nunca frequente um especialista que apoie Mãos Quietas, use punições físicas, amarre pessoas, suspende a alimentação, insiste que "um pouco de choro" (pânico) é normal, não permita que você monitore a sessão ou apoie organizações que a comunidade autista considere destrutivas. Pessoas com autismo podem desenvolver Transtorno de Estresse Pós-Traumático por conta desses tratamentos.
Em geral, se o autista gostar da terapia e quiser continuar frequentando-a, tudo está bem. A terapia está machucando a pessoa se ela parecer ansiosa, desobediente ou desesperada.

2 - Busque apoio emocional. A síndrome de Asperger não é curável, e aprender como lidar com isso é um processo para a vida toda. Além de encontrar médicos e terapeutas para descobrir o melhor curso de tratamento, considere buscar apoio de organizações e de um grupo de apoio local. Encontre pessoas para quem você pode ligar quando tiver perguntas, ou quando você apenas precisar conversar, que entenda o que você está passando. Com o aumento dos casos de Asperger, há muitas pessoas que podem ajudar.
Faça uma pesquisa online por grupos de apoio na sua cidade. Pode haver um associado à universidade da sua área.
Considere participar de uma conferência feita por organizações de apoio a pessoas com autismo ou Asperger. Você pode ter acesso a uma riqueza de recursos, aprender sobre metodologias de tratamento e conhecer pessoas com quem você pode querer manter contato.
Junte-se a uma organização totalmente criada e voltada por pessoas com autismo. Você pode conhecer outros autistas enquanto faz a diferença no mundo.

3 - Organize sua vida para satisfazer suas necessidades únicas. Pessoas com Asperger têm mais desafios do que aqueles não têm a síndrome, principalmente na área da interação social. Ao mesmo tempo, pessoas com Asperger podem ter relacionamentos completos e maravilhosos – muitas se casam e têm filhos – e carreiras muito bem sucedidas. Tenha consciência das necessidades únicas da pessoa, ajudando-a a superar as dificuldades e celebrando suas realizações, o que pode dar a elas a melhor chance de ter uma vida plena.
Uma forma essencial de deixar a vida da pessoa melhor é ter uma rotina para cumprir, já que a pessoa com Asperger não gosta de se desviar de rotinas. Quando você tiver que mudar um pouco as coisas, separe um tempo para explicar para a pessoa o motivo para que ela entenda.
Exemplificar habilidades sociais pode ajudar alguém com Asperger a aprender pelos exemplos. Por exemplo, você pode ensinar a pessoa a dizer oi e apertar as mãos enquanto faz contato visual. O terapeuta com quem você trabalhar lhe dará as ferramentas certas para fazer isso eficientemente.
Celebrar a paixão da pessoa e permitir que ela a execute é uma boa forma de apoiar alguém com Asperger. Alimente o interesse da pessoa e ajude-a a se sobressair nele.
Mostre à pessoa que você ama ela e seu autismo. O melhor presente que você pode dar a uma pessoa com Asperger é aceitá-la por quem ela é.

Dicas

Quando for falar com os outros sobre seu transtorno, pode ser benéfico explicar quais sintomas afetam-no mais e explicitar que tais sintomas são especialmente intensos em pessoas com Asperger (Por exemplo, todos cometem erros sociais de vez em quando, mas eles são mais frequentes para pessoas com Asperger).
Faça um diário por um período de tempo, registrando os sintomas que você mostrou, e levando-o para alguém próximo, ou para um médico, para dar a eles uma perspectiva melhor do que você está passando.
Imprima lista de fatos, estatísticas e sintomas, e dê para as pessoas que, talvez, precisam de um pouco mais de informações sobre o assunto (pessoas que nunca tiveram contato com alguém que tenha um transtorno mental, ou alguém que está lhe atrapalhando muito).

Avisos

Se as pessoas se recusarem a acreditar em você, não desista. A síndrome de Asperger é um transtorno de desenvolvimento cerebral que deve ser diagnosticado e tratado como um, e consultar um conselheiro médico é vital para confirmar as suspeitas ou não.
A síndrome de Asperger pode ser acompanhada de outros transtornos mentais no espectro do autismo, incluindo o Transtorno Obsessivo Compulsivo, Transtorno de Ansiedade, Transtorno do Déficit de Atenção, etc. Se você suspeitar que tem qualquer um desses transtornos, leve-o à atenção de alguém próximo ou a um médico.

Fontes:


Postado por: Ana Cláudia Foelkel Simões
Psicóloga Clínica - (11) 97273-3448

quinta-feira, 9 de março de 2017

Ansiedade - Como se acalmar diante de uma crise?

Este artigo trará algumas dicas que podem ser usadas para você se acalmar.

Alguns sintomas de ansiedade: coração acelerado, náuseas, desconforto estomacal e tremores. Os ataques de ansiedade podem ser assustadores, portanto, é útil saber que você pode limitá-los quando eles ocorrerem.

Pratique a respiração profunda. Caso esteja sofrendo de um ataque de pânico, é possível que você esteja começando a hiperventilar. Mesmo que não esteja, respirar profundamente pode ajudá-lo a reduzir o estresse e a fornecer oxigênio ao cérebro para aumentar o foco. Tente dar, no mínimo, 8 respiradas profundas por minuto. Demore 4 segundos para inalar, prenda a respiração por 2-3 segundos e demore outros 4 segundos para soltar o ar.

Se você estiver respirando rápido demais para começar a respirar profundamente, use um saco de papel pardo para desacelerar seu ritmo respiratório. Segure-o sobre sua boca enquanto respira, desacelerando a respiração progressivamente. Desacelere até poder começar seus exercícios de respiração profunda.

Continue a respirar profundamente por vários minutos até poder notar uma diferença em seu relaxamento muscular e na sua clareza de pensamentos.

Use diversões cognitivas. Se você estiver no meio de um ataque de ansiedade, distraia sua mente através de diferentes diversões mentais. Por exemplo, conte os números ímpares de 100 a 0, diga o nome de todos os presidentes do Brasil ou declame seu poema (ou canção) predileto. Force-se a fazer uma (ou várias) dessas técnicas até se acalmar um pouco.

Pratique o relaxamento muscular progressivo. Este é o processo de desacelerar através do corpo e de esticar e relaxar cada grupo muscular. Isso tem duas finalidades: lhe força a se concentrar em algo que não seja seu medo e simultaneamente relaxa seus músculos. Comece com os músculos no rosto e vá descendo até ter relaxado todas as partes do corpo.

Estique os músculos por dez segundos – em seguida, libere a pressão. Você pode fazer isso com o mesmo grupo muscular diversas vezes. Ainda assim, fazê-lo uma vez deve bastar.

Grupos musculares grandes que podem ser esticados e relaxados incluem: mandíbula, sua boca, braços, mãos, estômago, bumbum, coxas, panturrilhas e pés.

Este é o processo pelo qual você impede seus pensamentos produtores de ansiedade e substitui por reflexões que tragam felicidade ou paz. Por exemplo, se você estiver ansioso por conta de uma viagem de avião e não puder parar de pensar no que pode acontecer caso a nave caia, impeça tal pensamento imediatamente e substitua-o ao imaginar como serão suas férias com seus amigos.

Use imaginação guiada. Pense num lugar em que você se sinta em paz e relaxado: pode ser sua casa, seu lugar de férias predileto ou os braços da pessoa amada. Enquanto pensa nesse lugar, continue adicionando detalhes à cena, de maneira a focar toda a sua mente no campo da imaginação. Sinta-se livre para fazer isso com os olhos fechados ou abertos. Fechar os olhos pode facilitar o processo. Quando sentir que é possível pensar claramente na ansiedade, você pode parar a imaginação guiada.

Reconheça sua ansiedade. Ainda que deseje reduzir a ansiedade que sente, você não quer ignorá-la. Reconheça que você está com medo. Analise o medo. É um perigo verdadeiro e presente? Provavelmente, você está usando declarações do tipo “e se?” e entrando em pânico com algo que ainda não aconteceu ou que mal pode acontecer. Compreenda que você está sentindo medo, mas que não há nenhum perigo. Retirar o perigo da situação lhe ajudará a relaxar um pouco.

Escreva seus sentimentos. Se você for suscetível a ataques de pânico, crie um diário para escrever textos que expliquem seus sentimentos. Escreva o que você sente, o que lhe causa medo e por que a ansiedade surgiu. Escrever lhe ajudará a focar seus pensamentos, e reler os textos poderá ajudá-lo a controlar melhor a ansiedade.

Faça algo. Sentar e ruminar sua ansiedade apenas piorará seu estado e dificultará a superação do pânico. Distraia sua mente e seu corpo ao realizar uma tarefa, ao limpar, ao desenhar, ao ligar para um amigo, enfim, ao fazer qualquer coisa que lhe mantenha ocupado. Preferencialmente, faça algo de que você desfrute, como um hobby.

Use terapia musical. Crie uma playlist com suas músicas preferidas. Elas podem ajudá-lo a relaxar ou a se sentir feliz. Então, se/quando você tiver um ataque de pânico, escute as músicas e se acalme. Use headphones bons, que impeçam a intromissão de barulhos externos, para poder se concentrar apenas na música. Enquanto escuta, foque em diferentes instrumentos, no som e nas letras. Isso o(a) ajudará a parar de pensar em seus medos.

Faça um pouco de exercício. Fazer com que seu corpo se ative libera endorfinas que são responsáveis pelo aumento da sensação de paz e de felicidade. Vá caminhar ou experimente um pouco de yoga; exercícios leves poderão lhe ajudar a relaxar mais que esportes agressivos ou treinos de resistência.

Consiga ajuda de um amigo. Se você estiver entrando no mundo da ansiedade e não conseguir sair dele, ligue para um amigo ou membro da família e peça ajuda. Peça para que ele distraia você e analise seu medo para poder superar a sensação de estresse. Se você for suscetível a ataques de ansiedade, ensine aos amigos como eles devem agir durante uma crise sua. Assim, eles o compreenderão e poderão obter ajuda quando preciso.

Procure um(a) psicólogo(a). Se você tiver ataques severos de ansiedade por períodos prolongados de tempo, vá a um(a) psicólogo(a) local para obter terapia. Você pode ter desordem do pânico ou desordem de ansiedade generalizada. Ambos os casos são normais e podem ser tratados por profissionais. Você também pode receber de um psiquiatra uma receita que indique medicamentos controlados para a ansiedade caso nenhum outro meio de controlar o pânico surta efeito.

Dicas:

  • Cante uma canção. Ela o(a) ajuda a respirar melhor e distrai você do terror de um ataque de pânico.
  • Se seu ataque de pânico piorar e você começar a vomitar, tome um banho quente com uma camiseta ou uma toalha sobre seu corpo. Isso o(a) fará se sentir confortável. Relaxe e descanse no banho pelo tempo que precisar. Não apresse as coisas após sair. O melhor conselho é dormir após terminar o banho.
  • Se você tiver um ataque de pânico tarde da noite, caminhe pelo quarto e respire profundamente.
  • Borrife óleo puro de lavanda misturado com água em um lenço. (Mantenha-o disponível no seu bolso) Os óleos na lavanda ajudam a pessoa a relaxar e a se acalmar durante ataques de ansiedade.
  • Exercite-se regularmente. Aprenda técnicas de relaxamento que sejam eficientes para reduzir o estresse. Durma por mais tempo – o sono é absolutamente necessário para quem sofre de ansiedade. Você nunca deve abrir mão dele de propósito.
  • Tente beber um copo de chá de camomila durante a noite. Evite cafeína, refrigerantes e nicotina – tais produtos são estimulantes.
  • Mesmo que isso seja óbvio para algumas pessoas, sempre lembre, de que sua família existe para apoiá-lo, amá-lo e protegê-lo. Não receie em contar seus problemas a eles, mesmo que isso seja embaraçoso.
  • Experimente diversas atividades para acalmar sua ansiedade.
  • Aviso: Se seu ataque de ansiedade durar mais que algumas horas, entre em contato com seu psicólogo ou seu médico para obter ajuda.
Fonte: Psicologias do Brasil

Postado por: Ana Cláudia Foelkel Simões
Psicóloga Clínica – (11) 97273-3448